Um dia, surgiu a noite sem o luar
E como era de se esperar
A escuridão opaca, intensa
Sobre a vida se fez vangloriar.
Mas tolos são os sábios que entendem
Que a vida cabe em um leque
E flui aos ventos que regem
A esfera em que se criam os crimes.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
?
Lisa.
Vazia.
A anatomia
Levou a sabedoria.
Completamente sem idéias. O que tinha, a neuroanatomia esfacelou hoje... um milagre pra fugir do exame, por favor.
Vazia.
A anatomia
Levou a sabedoria.
Completamente sem idéias. O que tinha, a neuroanatomia esfacelou hoje... um milagre pra fugir do exame, por favor.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Sunshine
A luz que passa
Toca cada ponto
E tudo vira luz
O inevitável da mudança.
Com tanta andaça
Um obstáculo se forma
Mas ela é imperativa
E transpõe a lembrança.
Toca cada ponto
E tudo vira luz
O inevitável da mudança.
Com tanta andaça
Um obstáculo se forma
Mas ela é imperativa
E transpõe a lembrança.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Hell's way
F – Am – G- Dm
Tell me son why you’re missing the hell
Bringing home the devil who wants catch me
Now he’s waiting for me on the crossroad
Asking me to stay in the shadows he created.
Can’t you see he’s taking too many souls
Of people that just looking for to not be alone
C – A – F - E
Clouds of sorrow
Rain of tears
Is it me
A volunteer?
Why you’re crying
This is life
You have chosen
To be alive.
P.S.: Uma música, com uma melodia realmente simples.
Tell me son why you’re missing the hell
Bringing home the devil who wants catch me
Now he’s waiting for me on the crossroad
Asking me to stay in the shadows he created.
Can’t you see he’s taking too many souls
Of people that just looking for to not be alone
C – A – F - E
Clouds of sorrow
Rain of tears
Is it me
A volunteer?
Why you’re crying
This is life
You have chosen
To be alive.
P.S.: Uma música, com uma melodia realmente simples.
domingo, 26 de setembro de 2010
Dolly
Era uma vez uma ovelhinha chamada Dolly. Dolly era um clone, não possuía idiossincrasias.
Ovelha Dolly, ovelha Dolly
O que tens em mente?
Não quero que te molhes
Com essa chuva insolente.
O mundo todo é raios
E tu desprotegida
Queres que eu fique em frangalhos
Com tua atitude descabida?
Não vês que és cópia mal-feita
E que tens de obedecer
Porque tua cabeça imperfeita
Vai te fazer perecer?
Ovelhinha que desengano
Perdida no pasto
Do Brás Cubas tivesse ganho
O fabuloso emplasto.
Se vires uma casinha
Não te acanhes
Entra e toma uma caninha
Que vai fazer com que sonhes.
Ovelha Dolly, ovelha Dolly
O que tens em mente?
Não quero que te molhes
Com essa chuva insolente.
O mundo todo é raios
E tu desprotegida
Queres que eu fique em frangalhos
Com tua atitude descabida?
Não vês que és cópia mal-feita
E que tens de obedecer
Porque tua cabeça imperfeita
Vai te fazer perecer?
Ovelhinha que desengano
Perdida no pasto
Do Brás Cubas tivesse ganho
O fabuloso emplasto.
Se vires uma casinha
Não te acanhes
Entra e toma uma caninha
Que vai fazer com que sonhes.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Pato Feito
O pato feio espia
Mas tem medo do que vê
O reflexo profundo espelha
A dissimetria do porquê.
Será sempre assim?
Um espelho sem rosto?
Sem ter traços uniformes
A identidade não tem fim.
Onde encontrará o real
Se sempre foi o inverossímil
Que lhe tocou a aura
E lhe enxeu de mentiras?
A visão turva da desavença
Que se fez do corte sagital
É mais do que presença
É constante imortal.
Mas tem medo do que vê
O reflexo profundo espelha
A dissimetria do porquê.
Será sempre assim?
Um espelho sem rosto?
Sem ter traços uniformes
A identidade não tem fim.
Onde encontrará o real
Se sempre foi o inverossímil
Que lhe tocou a aura
E lhe enxeu de mentiras?
A visão turva da desavença
Que se fez do corte sagital
É mais do que presença
É constante imortal.
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